Em uma festa de comemoração por conquistas, dois amigos conversavam alegres enquanto aproveitavam a música que soava no lugar.
"Não costumo cometer erros com o português", disse Vítor, confiante.
"Comete sim. Acabei de ouvi-lo falando 'te amo Rafaela'", respondeu Sr. Diego Leocádio.
"Não vejo erro algum", retrucou o primeiro, mantinha uma firmeza sem-igual.
"O certo é amo-te, por ser um pronome oblíquo. Eu digo amo-te para a minha amada, porque assim como amo ela, amo também a lígua portuguesa."
Reflexão: será que nós estamos falando corretamente nossa língua?
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