sábado, 31 de dezembro de 2011

Língua amada

          Em uma festa de comemoração por conquistas, dois amigos conversavam alegres enquanto aproveitavam a música que soava no lugar.
          "Não costumo cometer erros com o português", disse Vítor, confiante.
          "Comete sim. Acabei de ouvi-lo falando 'te amo Rafaela'", respondeu Sr. Diego Leocádio.
          "Não vejo erro algum", retrucou o primeiro, mantinha uma firmeza sem-igual.
          "O certo é amo-te, por ser um pronome oblíquo. Eu digo amo-te para a minha amada, porque assim como amo ela, amo também a lígua portuguesa."

          Reflexão: será que nós estamos falando corretamente nossa língua?

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