quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Crente (poema)

Leitor, passas por esta porta,
Se te importa comprar amor.
Neste novo mundo,
Que oriundo de Nosso Senhor.

Não sou tão assim crente,
Sou é carente de muita fé.
Passeia tu leitor amigo,
Aqui comigo, venha, pisa teu pé.

Pisa na escaldante chama,
A de quem ama a rubro amor.
Ponhas teu pé na lama,
E proclama, proclama ao Salvador.

Quem me lê, pensa sou crente,
Mas sou é carente deste meu Deus.
Quem dera poder a olhos enxergar,
E vislumbrar poder nos olhos meus.

Venha bem próximo, aqui comigo,
Leitor amigo para compor.
As notas chorosas da vida,
Que nos convida a este amor.

Venha, não perca tempo,
Que aqui comtemplo puro e viril.
Vejo paixão sorridente,
Feição contente, nobre servil.

Venha mais junto, venha,
E te empenha a me amar.
Leia palavra como esta,
Que tão molesta parece estar.

Mas não te esqueças, jamais esqueças,
E esmoreças ao meu amor.
Que dantes fosse ao Senhor teu Deus,
Sentidos meus, caro leitor.

Vítor Duarte.

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