segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A estranha diferente flor

        O dia amanhece aos poucos, os primeiros raios de sol depois de horas na escuridão noturna. A vida vem junto, acompanhada do dia novo que nasce. Uma gota orvalhada cai, a lágrima dos céus que prenuncia um ato divino. Outras lágrimas se derramam, provém todas do alto, bem lá de cima. E caem tranquilas, macias. Quase não tocam direito a delicadeza das flores. A pressão de repente é feita, aos minutos uma força bruta se impõe. Um milagre que acontece, embora que tão costumeiro. O vicejo se faz presente, uma nova flor nasce dentre tantas. O campo todo azulado, todo florido e tão magnífico. Este campo fica no meio de uma floresta imensa, de árvores altas e cheias de galhos. A primavera que se aproxima conforme o passar do tempo, o decorrer das horas e dias. As flores que tão belas inundam o verde e o marrom da floresta, azul tão perfeito e único. Mas acabou de nascer outra flor, mais uma para completar o vasto campo das raras belezas da natureza. Um propósito natural, algo invejável a olhos humanos. Não existe estas coisas nas cidades, não existe estes brilhos, estas cores. Pouco ainda o ar puro, e as plantas, as belas flores. Não existe a vida na cidade. A primazia divina, um toque mágico do acontecimento. O campo todo azulado, com uma flor vermelha que nasce. Uma estranha, porém bela, diferente flor.

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