terça-feira, 22 de novembro de 2011

Caretice

Vivemos em uma sociedade em que tudo se tornou careta de repente. O jovem de hoje trata todas as coisas que não convém como algo careta, sem qualquer necessidade de atenção. De maneira mesquinha e grotesca ele põe o novo pensamento, a sua nova visão de mundo.
Para ele se torna careta dizem um bom dia aos pais, pedir benção aos avós, ajudar uma senhora a atravessar a rua. Também acha quadrado aquele que lê livros, e o que estuda demais. Zomba de uma pessoa que joga o lixo reciclável na lata certa, ou aquela que pergunta uma coisa aparentemente tola ao professor. Trata mal o que não vai às baladas, ou quem não fala sobre assuntos de sexo e coisas liberais no mundo atual.
É preciso uma revisão de conceitos, rever os valores que são adquiridos. Valores estes provindos dos pais, uma herança cultural. O jovem tornou-se crítico, como esperava a sociologia, fez um estranhamento e criou seu olhar crítico em conta do que o rodeia. Mas, o criticismo acabou sendo extraviado, saindo da normalidade das coisas. Hoje vemos apenas critiqueiros de plantão, a resmungar quase tudo da vida. Não vivem, não aproveitam. Trocam uma noite tranquila por balada e bebida, estragam a própria vida. É um jovem prepotente, vil. Parece o tempo todo contra tudo e todos. Não consegue se dar bem com nada e com ninguém. É egoísta, nada faz a favor de outros. A pura caretice que se alastra pelo mundo, pelo meu país, meu Brasil. É realmente preciso rever valores.

Adaptação de um breve discurso de um amigo meu,
Por Vítor Duarte.

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